Sete bons homens de fino saber Mário Quintana | |
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quarta-feira, 25 de março de 2009
A Criação da Xoxota =P
domingo, 8 de março de 2009
Ronaldo está de volta!!!
Eu como já nasci Brasileiro e Corinthiano, estou muito feliz de ver que o Ronaldo, atualmente o maior jogador do mundo na ativa, está de volta e mesmo não estando em plena forma, joga com genialidade, calando a boca de quem torce contra ele. Me entristece saber que os brasileiros tem esse bairrismo ridículo e só porque ele está no time rival, torcem contra a pessoa que ele é.
Enquanto os argentinos idolatram o Maradona apesar de todos os escândalos que ele passou na sua vida, envolvido com drogas e coisas muito piores que o Ronaldo, os brasileiros xingam e criticam o Ronaldo, o maior jogador de futebol do mundo depois do Pelé. Nós brasileiros devíamos agradecer que ele está de volta, um exemplo de superação, um ídolo nacional que nos trouxe tanta alegria com a camisa canarinho! Agora muitos se esquecem dos tempos áureos, dos gols dele em copas e das alegrias que ele nos trouxe. Xingar e misturar a vida pessoal dele com o futebol é coisa de gente acéfala.
De volta o Fenômeno!!! Que venham muitos gols!!!
Enquanto os argentinos idolatram o Maradona apesar de todos os escândalos que ele passou na sua vida, envolvido com drogas e coisas muito piores que o Ronaldo, os brasileiros xingam e criticam o Ronaldo, o maior jogador de futebol do mundo depois do Pelé. Nós brasileiros devíamos agradecer que ele está de volta, um exemplo de superação, um ídolo nacional que nos trouxe tanta alegria com a camisa canarinho! Agora muitos se esquecem dos tempos áureos, dos gols dele em copas e das alegrias que ele nos trouxe. Xingar e misturar a vida pessoal dele com o futebol é coisa de gente acéfala.
De volta o Fenômeno!!! Que venham muitos gols!!!
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Montadoras Americanas em crise!!!
Vejam ai que ironia do destino. As gigantes norte-americanas Ford, General Motors e Chrysler estão em grave crise financeira há ponto de falirem. Essas mesmas fábricas que estão há décadas lançando carros com motores nada ecológicos, beberrões, potentes, para os carrões que os norte-americanos adoram, carros grandes, grandes motores V8, V10. Mesmo com a natureza dando sinais de desgaste com furacões, degelo polar, aumento da temperatura, maremotos, tornados, tempestades fora de época, as grandes montadoras ignoraram e continuaram lançando carrões enormes, com motores a gasolina que bebem horrores.
Muito bem, agora estão em crise... Vocês acham que eu me importo? Quero que quebrem, quero que morram! Li hoje que a Fiat receberá 35% da participação acionária da Chrysler, em troca de uma associação que lhe permitirá vender modelos de veículos de baixo consumo e autopeças usando toda a logística da Chrysler nos EUA. Ahhhh que ótimo! Até que enfim os orgulhosos norte americanos terão que ter carros populares, como os brasileiros fazem há décadas.
Essa crise e esse quebra-quebra é muito bom para o mundo. O consumo dos EUA é insustentável para o planeta. Nós não devemos pagar pelo consumo deles. Quando o planeta se desregular totalmente nós também sofreremos as consequências!
Muito bem, agora estão em crise... Vocês acham que eu me importo? Quero que quebrem, quero que morram! Li hoje que a Fiat receberá 35% da participação acionária da Chrysler, em troca de uma associação que lhe permitirá vender modelos de veículos de baixo consumo e autopeças usando toda a logística da Chrysler nos EUA. Ahhhh que ótimo! Até que enfim os orgulhosos norte americanos terão que ter carros populares, como os brasileiros fazem há décadas.
Essa crise e esse quebra-quebra é muito bom para o mundo. O consumo dos EUA é insustentável para o planeta. Nós não devemos pagar pelo consumo deles. Quando o planeta se desregular totalmente nós também sofreremos as consequências!
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Não fume, cigarro fede e mata
"Até quando faremos parte do grupo de países atrasados que dá ao dependente de nicotina o direito de jogar a fumaça de seu cigarro para dentro dos pulmões dos outros?"
[Dráuzio Varella. Médico infectologista e oncologista, na "Folha de S. Paulo", 30/8/08]
Concordo veementemente com o Dr. Dráuzio Varella. Não acho justo eu ir até um PUB ou bar fechado e ter que obrigatoriamente inalar a fumaça fedorenta proveniente de um cigarro de uma pessoa que pra sustentar o seu vício, ou apenas pra se mostrar, fica soprando a fumaça cancerígena para o alto. Se quer se matar ou apodrecer seus pulmões faça sozinho, lá fora e não em um ambiente PÚBLICO fechado.
Tava reparando numa garota outro dia. Garota linda, encantadora, perfeita até que acendeu o maldito e asqueroso cigarro. Dai em diante foi só ódio. Ela quase não tragou, acendeu mais pra ficar com o cigarro entre os dedos, queimando e fazendo pose. Dai, não fuma, mas gosta de mostrar que fuma. Queima um cigarro inteiro mas não chega a dar nem três tragadas. Se fosse viciada, eu até entenderia, mas não desculparia, pois viciou-se porque quis e não foi obrigada, como eu sou obrigado quando me torno um fumante passivo.
Então a medida do Serra de proibir cigarro em lugares públicos, apesar de não ser original (pois já foi implantada na europa há anos), é muito válida pra preservar as pessoas dos males do cigarro, pois fumante passivo também sofre os efeitos desse veneno.
Como diz o ditado: "Cigarro é pirulito de otário. Não fume, cigarro fede e mata".
[Dráuzio Varella. Médico infectologista e oncologista, na "Folha de S. Paulo", 30/8/08]
Concordo veementemente com o Dr. Dráuzio Varella. Não acho justo eu ir até um PUB ou bar fechado e ter que obrigatoriamente inalar a fumaça fedorenta proveniente de um cigarro de uma pessoa que pra sustentar o seu vício, ou apenas pra se mostrar, fica soprando a fumaça cancerígena para o alto. Se quer se matar ou apodrecer seus pulmões faça sozinho, lá fora e não em um ambiente PÚBLICO fechado.
Tava reparando numa garota outro dia. Garota linda, encantadora, perfeita até que acendeu o maldito e asqueroso cigarro. Dai em diante foi só ódio. Ela quase não tragou, acendeu mais pra ficar com o cigarro entre os dedos, queimando e fazendo pose. Dai, não fuma, mas gosta de mostrar que fuma. Queima um cigarro inteiro mas não chega a dar nem três tragadas. Se fosse viciada, eu até entenderia, mas não desculparia, pois viciou-se porque quis e não foi obrigada, como eu sou obrigado quando me torno um fumante passivo.
Então a medida do Serra de proibir cigarro em lugares públicos, apesar de não ser original (pois já foi implantada na europa há anos), é muito válida pra preservar as pessoas dos males do cigarro, pois fumante passivo também sofre os efeitos desse veneno.
Como diz o ditado: "Cigarro é pirulito de otário. Não fume, cigarro fede e mata".
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Caminhões
É triste pensar que o Brasil escolheu no decorrer do seu crescimento, um veículo de transporte tão ineficaz como o caminhão. Enquanto nos países desenvolvidos o transporte de cargas é feito através de ferrovias e hidrovias, aqui nossas cargas são 90% transportadas da forma mais cara que existe, através de rodovias com os truculentos caminhões.
Enquanto engolia a fumaça preta que um caminhão soprava na minha cara durante a volta do trabalho, pensei... Será que é tarde demais pra se pensar em um transporte alternativo? Acho que sim, pelo menos o Sr. Lula pensa assim, já que nada fez durante seus mais de 6 anos no poder.
Os caminhões poluem o ar, causam acidentes, lentificam o trânsito, estragam o asfalto, deixam cair objetos enormes (uma vez quase fui atingido por um enorme toco de madeira que caiu de um deles, se me acertasse eu estaria morto uma hora dessas), estouram pneus e deixam as tiras de borracha no meio do caminho, entalam nas pontes, estragam a estrutura dos viadutos e muito mais... Eu poderia citar pelo menos uma centena de argumentos aqui.
Falta uma fiscalização por parte da prefeitura de SP, pois a maioria dos caminhões são velhos demais e estão desregulados, queimando óleo e sujando o asfalto e poluindo o ar. Eu sou motociclista (o único transporte realmente rápido pra se andar em SP) e tenho que ficar desviando constantemente de poças de óleo que eles despejam, fora as fechadas que eu levo, que seriam fatais se eu não tivesse um ótimo reflexo e muita experiência com moto (piloto faz 15 anos).
A solução seria transportar de trem as cargas até um centro de distribuição na cidade, onde caminhões menores distribuiriam a carga até as lojas e supermercados. Não é certo uma Jamanta enoooorme transitar pela cidade. Será que só eu que vejo isso???
Enquanto engolia a fumaça preta que um caminhão soprava na minha cara durante a volta do trabalho, pensei... Será que é tarde demais pra se pensar em um transporte alternativo? Acho que sim, pelo menos o Sr. Lula pensa assim, já que nada fez durante seus mais de 6 anos no poder.
Os caminhões poluem o ar, causam acidentes, lentificam o trânsito, estragam o asfalto, deixam cair objetos enormes (uma vez quase fui atingido por um enorme toco de madeira que caiu de um deles, se me acertasse eu estaria morto uma hora dessas), estouram pneus e deixam as tiras de borracha no meio do caminho, entalam nas pontes, estragam a estrutura dos viadutos e muito mais... Eu poderia citar pelo menos uma centena de argumentos aqui.
Falta uma fiscalização por parte da prefeitura de SP, pois a maioria dos caminhões são velhos demais e estão desregulados, queimando óleo e sujando o asfalto e poluindo o ar. Eu sou motociclista (o único transporte realmente rápido pra se andar em SP) e tenho que ficar desviando constantemente de poças de óleo que eles despejam, fora as fechadas que eu levo, que seriam fatais se eu não tivesse um ótimo reflexo e muita experiência com moto (piloto faz 15 anos).
A solução seria transportar de trem as cargas até um centro de distribuição na cidade, onde caminhões menores distribuiriam a carga até as lojas e supermercados. Não é certo uma Jamanta enoooorme transitar pela cidade. Será que só eu que vejo isso???
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
O primeiro Post!
Pois bem, estou inaugurando o meu Blog com a narração de uma tragédia que ocorreu em meu apê.
Dias atrás eu estava dando uma arrumada em minhas coisas quando notei algo estranho no batente da porta da cozinha. Um ponto marrom e um verde se mexendo... fui olhar de perto o que era.
Chegando mais próximo vi que uma aranha marrom pequena havia construído sua pequena casa (teia) ali e se acomodado tranquilamente à espera de uma presa. O ponto verde era um inseto de nome Nezara viridula que é popularmente conhecido como "Maria Fedida" por exalar um forte odor quando está ameaçada. Vou chamá-la de D. Maria no decorrer desse texto. O ponto verde se aproximava em rota de colisão à teia da sossegada aranha. Eu sabia que ia dar merda...
Peguei um torrone e um copo de suco de laranja e sentei pra assistir de camarote. A D.Maria passou pela delicada teia da aranha sem tomar conhecimento rasgando-a toda e estragando a casinha da Aranha. Nesse momento observei que a aranha resolveu reagir indignada. Ela foi atrás da D. Maria que já havia ultrapassado os limites da teia, alcançou a Maria e começou a prender os pés da mesma com as teias, enquanto a D. Maria com a sutileza de um elefante continuava andando sem tomar conhecimento. A aranha não dava trégua e enchia ela de teia.
A coisa ficou mais interessante depois que a aranha conseguiu levantar as patas traseiras da D. Maria e ela ficou patinando com as dianteiras. Ela amarrava a D. Maria e corria pro outro lado e prendia a outra ponta da teia no batente da porta. Depois de alguns minutos ela levantou a Maria toda! Nesse momento saquei que a D. Maria estava ferrada mesmo!
Depois de levantar a D. Maria, a aranha com uma técnica nata começou a puxá-la em direção ao emaranhado de teias, e D. Maria se debatia mas sem apoio ela estava indefesa. Então a aranha começou a dar voltas nela, enrolando-a como em um casulo e deixou a presa viva pra quando tivesse fome pudesse degustá-la fresquinha. Eu poderia ter acabado com a festa mas não quis interferir na natureza.
Levantei e abandonei o cenário pra terminar minhas coisas. Vira e mexe eu dava uma olhada lá pra ver a situação da D. Maria e ela estava lá presa, inerte, só mexia as anteninhas num silencioso sinal de desespero.
No dia seguinte acordei, tomei banho e fui trampar. Na volta olhei de novo o cenário e lá estava a D. Maria ainda viva e a aranha tranquila olhando a paisagem. E enquanto a D. Maria estava presa enrolada na teia ela devia estar pensando: Mas porque eu tinha que ter passado por ali meu Deusss!!! Desespero...
Aquilo era cruel, mas eu que não ia me meter pra coisa não feder! Deixei quieto fui pra academia.
No outro dia cedo olhei de novo e a D. Maria estava seca, esturricada, seu corpo verde passou a ser cinza. Olhei pra aranha e ela estava gorda. Aconteceu!!! O banquete aconteceu! A aranha comeu a D. Maria. Eu a deixarei viver mais um dia.
Sexta feira é dia da faxineira passar lá em casa. Esqueci de dizer a ela sobre a aranha e fui trabalhar. Na volta não tinha mais teia, nem aranha e nem carcaça da D. Maria... todos foram varridos dali pela furiosa vassoura da faxineira.
Dias atrás eu estava dando uma arrumada em minhas coisas quando notei algo estranho no batente da porta da cozinha. Um ponto marrom e um verde se mexendo... fui olhar de perto o que era.
Chegando mais próximo vi que uma aranha marrom pequena havia construído sua pequena casa (teia) ali e se acomodado tranquilamente à espera de uma presa. O ponto verde era um inseto de nome Nezara viridula que é popularmente conhecido como "Maria Fedida" por exalar um forte odor quando está ameaçada. Vou chamá-la de D. Maria no decorrer desse texto. O ponto verde se aproximava em rota de colisão à teia da sossegada aranha. Eu sabia que ia dar merda...
Peguei um torrone e um copo de suco de laranja e sentei pra assistir de camarote. A D.Maria passou pela delicada teia da aranha sem tomar conhecimento rasgando-a toda e estragando a casinha da Aranha. Nesse momento observei que a aranha resolveu reagir indignada. Ela foi atrás da D. Maria que já havia ultrapassado os limites da teia, alcançou a Maria e começou a prender os pés da mesma com as teias, enquanto a D. Maria com a sutileza de um elefante continuava andando sem tomar conhecimento. A aranha não dava trégua e enchia ela de teia.
A coisa ficou mais interessante depois que a aranha conseguiu levantar as patas traseiras da D. Maria e ela ficou patinando com as dianteiras. Ela amarrava a D. Maria e corria pro outro lado e prendia a outra ponta da teia no batente da porta. Depois de alguns minutos ela levantou a Maria toda! Nesse momento saquei que a D. Maria estava ferrada mesmo!
Depois de levantar a D. Maria, a aranha com uma técnica nata começou a puxá-la em direção ao emaranhado de teias, e D. Maria se debatia mas sem apoio ela estava indefesa. Então a aranha começou a dar voltas nela, enrolando-a como em um casulo e deixou a presa viva pra quando tivesse fome pudesse degustá-la fresquinha. Eu poderia ter acabado com a festa mas não quis interferir na natureza.
Levantei e abandonei o cenário pra terminar minhas coisas. Vira e mexe eu dava uma olhada lá pra ver a situação da D. Maria e ela estava lá presa, inerte, só mexia as anteninhas num silencioso sinal de desespero.
No dia seguinte acordei, tomei banho e fui trampar. Na volta olhei de novo o cenário e lá estava a D. Maria ainda viva e a aranha tranquila olhando a paisagem. E enquanto a D. Maria estava presa enrolada na teia ela devia estar pensando: Mas porque eu tinha que ter passado por ali meu Deusss!!! Desespero...
Aquilo era cruel, mas eu que não ia me meter pra coisa não feder! Deixei quieto fui pra academia.
No outro dia cedo olhei de novo e a D. Maria estava seca, esturricada, seu corpo verde passou a ser cinza. Olhei pra aranha e ela estava gorda. Aconteceu!!! O banquete aconteceu! A aranha comeu a D. Maria. Eu a deixarei viver mais um dia.
Sexta feira é dia da faxineira passar lá em casa. Esqueci de dizer a ela sobre a aranha e fui trabalhar. Na volta não tinha mais teia, nem aranha e nem carcaça da D. Maria... todos foram varridos dali pela furiosa vassoura da faxineira.
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